O DESAFIO NÃO ERA A FALTA DE DADOS.
ERA CONSEGUIR ENXERGÁ-LOS NO MOMENTO CERTO.
Em uma operadora de saúde, poucas decisões podem esperar.
Custos assistenciais evoluem diariamente. A sinistralidade muda conforme o comportamento da carteira. Auditorias precisam de respostas rápidas. Contratos exigem negociações baseadas em evidências.
Mas o que acontece quando essas informações estão distribuídas entre diferentes sistemas, áreas e planilhas?
Na prática, muitos problemas só são percebidos quando o mês já terminou.
Foi exatamente esse cenário que levou a Unimed Capivari a repensar sua forma de utilizar dados na gestão.
Durante o Weknow Talks, Vitor Balan, Coordenador de TI, e Bruno Ortolani, Analista de Dados, compartilharam como a cooperativa estruturou uma inteligência de dados capaz de ampliar a visibilidade sobre toda a operação.
"Os dados sempre existiram. O desafio era conseguir conectá-los."
— Vitor Balan | Coordenador de TI | Unimed Capivari
QUANDO CADA ÁREA ENXERGA APENAS UMA PARTE DA OPERAÇÃO
Antes da implantação da plataforma, boa parte das análises dependia de consultas ao banco de dados, planilhas e consolidações manuais.
Cada setor possuía informações importantes, mas nenhuma área conseguia visualizar toda a operação de forma integrada.
Enquanto a auditoria acompanhava contas médicas, o financeiro analisava custos e a gestão observava indicadores estratégicos em processos diferentes.
Essa fragmentação aumentava o tempo necessário para transformar dados em decisões.
E, muitas vezes, quando uma informação chegava à gestão, já não havia mais tempo para agir.
A MUDANÇA COMEÇOU PELA INTEROPERABILIDADE
O primeiro passo não foi construir dashboards.
Foi conectar informações.
A Unimed Capivari passou a integrar dados provenientes da operadora, hospital próprio, laboratório, farmácia, Núcleo de Terapias Especiais e demais áreas da instituição.
Com isso, indicadores administrativos e assistenciais deixaram de existir de forma isolada e passaram a compor uma visão única da operação.
Essa interoperabilidade permitiu acompanhar praticamente em tempo real o comportamento dos principais indicadores da cooperativa.
"Hoje conseguimos reunir informações que antes estavam espalhadas em diferentes sistemas e áreas."
— Vitor Balan
QUANDO UM INDICADOR DEIXA DE SER APENAS UM GRÁFICO
Durante a demonstração realizada no evento, Bruno Ortolani mostrou um detalhe que mudou completamente a rotina das análises.
Os dashboards não terminam na visualização do indicador.
Eles permitem navegar até o dado que originou aquele resultado.
Ao identificar uma alteração na sinistralidade, por exemplo, a equipe consegue aprofundar a análise até localizar contratos, prestadores, grupos de despesas e atendimentos relacionados.
O mesmo acontece com auditorias, contas médicas e indicadores financeiros.
Mais do que visualizar números, a equipe consegue compreender o contexto por trás deles.
"O indicador é apenas o ponto de partida. A partir dele conseguimos chegar ao detalhe da informação."
— Bruno Ortolani | Analista de Dados | Unimed Capivari
O EXEMPLO QUE MOSTROU QUE INVESTIR TAMBÉM PODE SIGNIFICAR ECONOMIZAR
Um dos casos apresentados durante o webinar envolveu o Núcleo de Terapias Especiais.
Inicialmente, a dúvida era simples:
Seria mais vantajoso manter um recurso próprio ou continuar utilizando serviços externos?
A resposta veio por meio dos indicadores.
Os dashboards passaram a acompanhar produção, custos, faturamento, intercâmbio e desempenho financeiro do núcleo.
Com essa visibilidade, a cooperativa conseguiu validar que a estratégia adotada gerava resultados positivos e apoiava decisões futuras baseadas em dados, e não apenas em estimativas.
DA SINISTRALIDADE À SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA
Ao longo da apresentação, diversos dashboards foram demonstrados para ilustrar como a inteligência de dados passou a apoiar diferentes áreas da operadora.
Entre eles estavam painéis relacionados a:
- Sinistralidade;
- Contas Médicas;
- Auditoria;
- Recursos Próprios;
- Indicadores da RN 518;
- Sustentabilidade Financeira;
- Gestão Administrativo-Financeira.
Embora cada dashboard atenda a um objetivo específico, todos compartilham a mesma proposta: permitir que a gestão identifique tendências, acompanhe desvios e tome decisões antes que os impactos apareçam no fechamento do mês.
"Quando você consegue enxergar o problema antes, também consegue agir antes."
MAIS DO QUE DASHBOARDS, UMA NOVA FORMA DE DECIDIR
Talvez a principal lição compartilhada pela Unimed Capivari seja que a transformação não aconteceu porque surgiram novos dados.
Ela aconteceu porque os dados passaram a conversar entre si.
Quando diferentes áreas compartilham a mesma visão da operação, decisões deixam de depender do fechamento do mês e passam a acontecer no momento em que ainda existe oportunidade para agir.
É essa mudança, da informação fragmentada para a inteligência integrada, que torna a gestão mais ágil, transparente e preparada para os desafios da saúde suplementar.
Como essa abordagem pode apoiar a sua operadora?
O case da Unimed Capivari mostra como a integração de dados ampliou a visibilidade sobre a operação e apoiou decisões mais rápidas.
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VEJA COMO ESSA TRANSFORMAÇÃO ACONTECEU NA PRÁTICA
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SOBRE O WEKNOW TALKS
Série de conversas com líderes e clientes Weknow que transformam dados em decisão: indicadores para a gestão em saúde que com o objetivo de melhorar desfechos, custos e experiência do paciente nas instituições.